Exploração ao Museu de História Natural de Washington

11 mar

Que a curiosidade infantil não tem fim já não é nenhuma novidade. Mas tenho percebido algo especial nessa virada dos 3 anos: a curiosidade dos pequenos torna-se ainda mais aguçada e absolutamente irresistível.

Fim de semana passado, fizemos o que considero o programa favorito da nossa pequena. Passamos uma tarde deliciosa no Museu Nacional de História Natural, explorando dinossauros, borboletas, insetos e até mesmo detalhes sobre a cultura religiosa africana e suas influências na cultura da minha terra natal – a Bahia.

Em sua mochila da “Dora, a exploradora”, minha filha carregou uma lupa, um caderno, lápis de cera, álcool em gel (porque limpar as mãos nunca é demais) e outras coisinhas que não pode viver sem, como as miniaturas de suas princesas preferidas. De lupa em mãos e um olhar mais do que atento, seguimos adiante com a nossa expedição.

Na entrada do museu, Henry – o maior elefante já encontrado no mundo – recebe os visitantes e os convida para fotos. O seu tamanho e imponência arregala os olhares curiosos de crianças e adultos. Já dão uma idéia do que está por vir. Na ala mais badalada do museu, o T. Rex é o nosso anfitrião. Entre fósseis de Diplodoctus e pequenos Thesalorsaurus Neglectus vamos descobrindo pérolas da pré-história.

Ao sair das cavernas, rumo a tempos menos remotos, ouvimos uma batida ritmada e o som de atabaques que nos convidam a revisitar um mundo familiar, mas ao mesmo tempo desconhecido: o continente africano. Na ala dedicada à cultura desse gigante, ficamos surpresos ao nos deparar com relíquias trazidas da nossa terra, a Bahia. Uma região imensamente influenciada pela cultura Yoruba, trazida pelos escravos a partir do século 16.

No segundo andar do museu, uma descoberta deliciosa e outra fascinante!

A primeira, foi um belo Borboletário. Onde podemos passear entre borboletas de todos os tamanhos e cores, que com muita freqüência nos saudaram, pousando em nossas cabeças e roupas. Por isso, a entrada e a saída do espaço são sempre feitas com muito cuidado.

Mas incrível mesmo foi conhecer o Insect Zoo, o Zoológico dos Insetos. Lá a lupa da minha pequena exploradora foi imprescindível! Entre bichos-folhas e bichos-paus tomamos consciência de que existem mais seres vivos coexistindo em nosso planeta, além do que podemos sequer imaginar!

E para fechar o passeio com chave de ouro, sugiro levar as crianças para dar umas voltinhas no carrossel, localizado quase em frente ao Museu.

Henry, o mamute, na rotunda

Borboleta cumprimentando o papai

National Museum of Natural History

Aberto diariamente (exceto 25 de dezembro) das 10h às 17:30h.

Entrada gratuita (algumas exibições são pagas, como a visita ao Borboletário, custa em torno de U$ 6,00 para adultos não membros do Smithsonian).

Metrô: azul ou laranja, parada Smithsonian.      

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